Carregando agora

GUERRA CONTRA AS DROGAS

PF e Senad encerram mais uma fase de operação que já erradicou 880 toneladas de maconha

Foto: Agência PF

Terminou, nesta sexta-feira (21/3), a 48ª fase da Operação Nova Aliança, que se desenvolve por meio de cooperação policial internacional entre Brasil e Paraguai e é executada pela Polícia Federal Brasileira e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad/PY).

Com os resultados alcançados nesta 48ª fase da Operação Nova Aliança, o total de maconha erradicada alcançou aproximadamente 880 toneladas, atacando o narcotráfico no nascedouro das atividades ilícitas e evitando que uma grande e articulada cadeia criminosa entre em atuação, além de minimizar os custos com recursos que seriam aplicados posteriormente em persecuções criminais antidrogas e a manutenção de detentos em presídios brasileiros, caso o entorpecente erradicado entrasse em circulação.

Operacao-Alianca-Nova-Agencia-PF-e1742590736374 GUERRA CONTRA AS DROGAS
A ação mobilizou agentes do Brasil e do Paraguai -Foto: Agência PF

A ação contou com o apoio do Ministério Público, da Força-Tarefa Conjunta e da Força Aérea, órgãos e instituições do Paraguai. A PF auxilia no custeio da iniciativa e nos trabalhos de inteligência, além de fornecer apoio com aeronaves para deslocamento de pessoal às áreas de mais difícil acesso, locais onde o entorpecente é cultivado, sobretudo em áreas localizadas na fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

Operacao-Alianca-Nova-Agencia-PF-2-e1742590826446 GUERRA CONTRA AS DROGAS
Em paralelo à Operação Nova Aliança, ocorre a Operação Restaurar -Foto: Agência PF

Em paralelo à Operação Nova Aliança, ocorre a Operação Restaurar, ação de reflorestamento das áreas destruídas com os plantios da droga, iniciada sempre após as fases de erradicação. Esta ação é organizada por meio do Instituto Nacional de Florestas do Paraguai, que fornece sementes e meios para que as áreas utilizadas pelo narcotráfico sejam reflorestadas com o plantio de árvores e plantas nativas, recuperando, assim, as regiões destruídas pelos cultivos ilícitos de maconha na zona de fronteira, explica a Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

Compartilhe este conteúdo:

Publicar comentário