Falamansa emociona com música para Monique Cruz no carnaval de Guriri
Quarta noite de folia foi marcante, com artistas talentosos nos dois palcos, numa nova pegada da folia no balneário
Foto: PMSM/Divulgação
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REDAÇÃO HN-ON
O carnaval de Guriri não arregou e emplacou momentos que ficarão na memória dos frequentadores do principal balneário do norte capixaba. Entre tantos registros icônicos, um ficou marcado pela sensibilidade de Tato, na penúltima noite de folia. No meio da festa, o líder da Falamansa cantou “O amor que tudo pode” para a bailarina, professora de dança, surfista e forrozeira Monique Cruz, que, no meio de um tratamento de saúde, fez questão de acompanhar ao show pessoalmente na arena central de Guriri.

-Foto: Divulgação
Emocionados, amigos aplaudiram, em preces por Monique, o clamor, em forma de arte, da banda Falamansa. Tato sabia do que falava, pois já passou pela mesma situação e saiu vencedor. E Monique vibrou, irradiando alegria que lhe é característica, ao lado do marido Danilo Baldo, elevando a emoção no sempre vibrante carnaval de Guriri.
Sim, com sensibilidade, empatia, talento e uma sequência de sucessos expoentes em quase 30 anos de carreira, a banda Falamansa fez uma apresentação digna de sua história na música brasileira. Foi um verdadeiro espetáculo! E não poderia ser menos.

Um novo estilo, resgatando o passado
E esse foi o tom da folia em Guriri, em novo estilo, resgatando o passado mais familiar, leve e nem por isso menos divertido e alegre.
O carnaval de Guriri teve uma variedade de estilos musicais, que incluíam samba, pagode, axé, arrocha, forró, swingueira, frevo, carimbó e outros estilos associados à folia, como pop, rock, sertanejo, djs ecléticos e por aí vai.
Na noite do Falamansa, teve ainda o cantor Flavynho, com a sua irreverência e talento. Teve a Fuzarca, de Guill Ramalho, com arrocha gostosinho de dançar. E, claro, não poderia faltar Carlinhos Rocha, com uma carreira consolidada dentro e fora do País, e visivelmente emocionado por agora poder mostrar o seu também para os mateenses. O reconhecimento foi na lata: o povão cantou o seu maior sucesso, já gravado por outros artistas nacionais.
Fechando aquela noite mágica, Pedro Costa provou que “filho de peixe, peixinho é”, exibindo a bagagem herdada do pai Cacá Costa e provavelmente também da tia Leila Costa, ambos com passagens marcantes no carnaval de Guriri e região.
Pra fechar a noite com chave de ouro, a banda Manoghetto mandou swingueira que não deixou folião parado e ainda teve um encerramento emocionante com coral de milhares de vozes.
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Fotos: PMSM/Divulgação
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