Carregando agora

PF combate pornografia infantil na internet no Espírito Santo

Em outra operação, em Uberlândia (MG), a Polícia Federal cumpriu 3 ordens judiciais, sendo 1 de prisão temporária e 2 de busca e apreensão

Foto: Agência PF

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (25/2), na cidade de Cariacica (ES), a Operação ADEONA II para cumprimento de 01 mandado de busca e apreensão visando a repressão de crimes de divulgação de pornografia infantil através da internet.

Na residência do investigado, foram apreendidos 3 celulares com suspeita de conterem mídias de violência sexual infanto-juvenil.

As investigações foram iniciadas após ser identificado tráfego ne rede de computadores em que um morador do Estado do Espírito Santo havia adquirido aproximadamente 1.000 arquivos de abuso sexual infanto-juvenil, muitos deles com crianças de idade entre 6 e 10 anos de idade.

“O suspeito poderá responder pelo crime de aquisição/posse/armazenamento de pornografia infanto-juvenil, bem como pelo crime  de disponibilização/compartilhamento/publicação de pornografia infanto-juvenil”, informa a Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo

Pornografia-infantil-TeresinaAgencia-PF-e1740493615982 PF combate pornografia infantil na internet no Espírito Santo

Operação também em Uberlândia

Também nesta terça-feira (25/2), a Polícia Federal realizou a Operação Carcará 16, com o objetivo de combater a produção, o armazenamento e o compartilhamento de material relacionado a abuso sexual infantojuvenil na internet. Foram cumpridas 3 ordens judiciais, sendo 1 de prisão temporária e 2 de busca e apreensão, na cidade de Uberlândia (MG).

“Apurou-se que o investigado, residente em Uberlândia/MG, passando-se por adolescente, conquistou a confiança de uma criança do estado do Piauí, inicialmente demonstrando afeto e amizade e, posteriormente, passou a obrigá-la a produzir e enviar fotos e vídeos de natureza sexual e com violência física, sob pena de expor a vítima em redes sociais”, relata a PF.

Na tentativa de obter cada vez mais imagens da vítima, o investigado ameaçava a família da criança de vazar o conteúdo, utilizando-se de diversos números de telefone, inclusive internacionais, para amedrontá-los, detalha a Polícia Federal.

“O criminoso também comandava grupo de venda de acessos à base de dados do governo e policiais. Ele poderá responder pelos crimes de produção, posse e compartilhamento de material de violência sexual vitimando crianças ou adolescentes, bem como estupro de vulnerável e outros”, explica a Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí.

Compartilhe este conteúdo:

Publicar comentário