Escola Ceciliano aborda autodeclaração racial com participação da comunidade escolar
A atividade utilizou painéis informativos, TV mídia e consulta digital por meio de QR Code, envolvendo estudantes, professores e servidores em um processo coletivo de reflexão
Foto: Divulgação
A Escola Estadual de Ensino Médio Ceciliano Abel de Almeida, em são Mateus, desenvolveu uma ação de escuta da comunidade escolar para analisar a percepção sobre os dados de autodeclaração racial da unidade. A iniciativa foi coordenada pelo professor coordenador de Estratégias de Equidade Racial Marcos Goés Oliveira, com a participação do docente Nilton Ribeiro de Oliveira e da gestão escolar.
A atividade utilizou painéis informativos, TV mídia e consulta digital por meio de QR Code, envolvendo estudantes, professores e servidores em um processo coletivo de reflexão. O objetivo foi compreender a consistência das informações, com vistas a subsidiar o planejamento de ações pedagógicas mais assertivas, fortalecer a cultura de uso de evidências na gestão escolar e qualificar as estratégias de promoção da equidade racial.
Como resultado, a ação ampliou o letramento racial da comunidade escolar, promovendo maior compreensão sobre a autodeclaração como um ato identitário e formativo. Também houve forte engajamento dos participantes e qualificação das informações institucionais, permitindo identificar possíveis estratégias mais assertivas.
Os dados serão sistematizados por segmento da comunidade escolar e servirão de base para o desenvolvimento de ações formativas voltadas a ao letramento racial, além de estratégias para aprimorar os registros e integrar os resultados ao planejamento pedagógico e às ações da educação para as relações étnico-raciais.
“O contato dos estudantes com os dados da própria escola gera reconhecimento e reflexão sobre pertencimento, mostrando que autodeclaração vai além de um registro, sendo um ato identitário”, afirmou o professor Marcos Góes Oliveira
“Ver a escola se importar com isso e ouvir a gente faz tudo ficar mais especial”, disse a estudante Maielly Afonso Carvalho Costa.
Compartilhe este conteúdo:




Publicar comentário